Diferenças entre edições de "Kritical Vodka"

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* '''Bruno Pires''' - voz, guitarra, coros (1989-1995)
 
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* '''Maria Ana Flores''' - caixa de ritmos, coros, guitarra ocasional
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=='''4º line-up (reactivação e final da banda - 2018-2019)'''==
 
=='''4º line-up (reactivação e final da banda - 2018-2019)'''==

Revisão das 20h07min de 21 de maio de 2020

Aria Pro II (1990), ainda tocada em estúdio por Maria Ana Flores em Kritical Vodka


Os Kritical Vodka começaram como uma banda de Rock de garagem / pop alternativo, formada em 1989, na zona de Lisboa, por 4 amigos de liceu. Um dos seus membros, Bruno Pires, havia pertencido a uma outra formação mais antiga chamada "Os Kólicas", com a ajuda do seu irmão André Pires.

As influências iniciais eram um pouco baseadas na onda dos M'as Foice (também conhecidos por É Mas Foice), mas também de uns Pop Dell'Arte, indo até à provocação de Mata-Ratos e Peste & Sida. Com a entrada de Maria Ana Flores para a banda, o som começou a ficar definitivamente mais Punk rock, puxando por vezes para o Hardcore punk.

Em finais de 1995 a banda dissolveu-se sob o nome provisório (e transitório) de 3º Estado, chegando-se mesmo a pensar numa possível continuação, num registo mais hardcore punk/crossover. Contudo, devido a motivos académicos, Bruno Pires é forçado a deixar Kritical Vodka e esta entra num período de inactividade de 22 anos, até ser reactivada em Setembro de 2018 pelas mãos de Maria Ana Flores (ex-membro) e Shane MiG-L, renascendo das cinzas com novas abordagens e também alguma temática Queer.

"Queremos voltar um pouco às raízes da banda, mas com uma mensagem mais madura e ao mesmo tempo, fodida!." (segundo palavras de Flores).


Contudo, em Agosto de 2019 Maria Ana Flores e Shane MiG-L decidem formar uma nova banda com a influência de Kritical Vodka e começar uma nova aventura a partir do zero. A banda dá pelo nome de Gritos da Morgue e inspira-se na letra do "Susto!" e com isto cria-se aqui um novo estilo, o "Cave punk", uma mistura do psychobilly na onda de uns Cramps, o deathrock inicial de uns T.S.O.L e Christian Death, passando pela sonoridade punk rock de Coffin Break e o garage punk de Gas Huffer.

Em Novembro do mesmo ano Maria Ana Flores decide terminar Kritical Vodka (que faz 30 anos - 1989-2019) e prosseguir com a nova banda.



Formação da banda e 1º line-up (1989)

  • Pedro "Peskas" - voz (1989)
  • Renato Alves - guitarras e voz, coros
  • Francisco "Teklas" - orgão electrónico (1989)
  • Bruno Pires - caixa de ritmos, coros

2º line-up (1990-1992)

  • Bruno Pires - voz, guitarra, coros
  • Renato Alves - voz e guitarra ocasionais (1989-1992)
  • Maria Ana Flores - caixa de ritmos, coros, guitarra ocasional

3º line-up (1993-1995)

  • Bruno Pires - voz, guitarra, coros (1989-1995)
  • Maria Ana Flores (Mary) - caixa de ritmos, coros, guitarra ocasional

4º line-up (reactivação e final da banda - 2018-2019)

Maria Ana Flores com baixo Yamaha RBX 170
  • Shane MiG-L (Shane) - voz, coros (2018-2019)
  • Maria Ana Flores (Mary) - baixo, voz, coros, guitarra; orgão electrónico; caixa de ritmos, sampler (1990-1995, 2018-2019)
  • Daniel Almeida (Leppy)++ - sequenciador, caixa de ritmos, sampler (2018)


  • ++ - (The Rumble / Love You Dead)

Ligações externas